sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Culto - 23/02/2014





Texto da pregação (1º parte): João 1

Nós temos sido somente ouvintes da palavra do Senhor e aplicamos à nossa vida somente o que desejamos aplicar.
Essa postura é muito subjetiva porque selecionamos o que queremos e não queremos ouvir, a depender das circunstâncias de nossas vidas e do que temos passado. Se, por exemplo, o problema for relacionado a casamento, somente será filtrado da pregação o que estiver relacionado a casamento. Se o problema for no campo financeiro, a mesma coisa. E assim por diante. E nós temos estimulado o nosso cérebro a agir assim.
Nem tudo é bom ou ruim em sua totalidade. Isso vai variar de acordo com o momento em que cada um tem vivido.
O Senhor nos convida a olharmos a sua palavra na sua totalidade. Mesmo que busquemos o que precisamos para aquele momento, devemos analisar o que não serviu para aquele momento, em que área de nossa vida aquela palavra poderá ser aplicada. Porque nada foi dito sem propósito, tudo teve um propósito.
Às vezes não aceitamos a palavra pregada, pois estamos vivendo um outro momento, porém, era aquela palavra que precisávamos ouvir, que precisávamos aplicar em nossa vida.
Em João 1 diz: “no princípio era a palavra”. E somente isso nos pode ser dado. Não há como outrem estimular a nossa fé, pois a fé vem do ouvir a palavra de Deus.
Se temos fé, deixamos de ser seletivos. Toda a palavra de Deus nos interessa.
Tudo tem um início. E o início tem que ser em abrir os nossos lábios e proclamarmos o evangelho. A partir daí, o desenvolvimento do relacionamento com Deus depende de cada um em buscar mais e mais
Toda a escritura é apta para exortar, fortalecer e iluminar. A palavra de Deus não foi fracionada, por isso não devemos desprezar nada.
Qual o objetivo de ultrapassar este princípio? É fazer com que o verbo se faça carne em cada um de nós. E ele só se fará carne a partir do momento em que vivermos a palavra. Caso contrário, não sairemos do verbo, da palavra. O verbo não se tornará um conosco e não será capaz de transformar vidas, de fazer essa palavra ficar em movimento.
Se no princípio, tudo o que Deus falara, não tivesse se transformado em carne, nada teria acontecido, pois foi necessário que a palavra se encarnasse para restaurar o homem à comunhão com Deus.
Tornamos-nos uma carta viva de Deus. Devemos nos transformar a ponto dos outros verem em nós a imagem de Deus.
O verbo tem se tornado carne em você? Tem se tornado viva em você? Ou é só palavra?
Toda pregação que ouvirmos e não a transformarmos em carne, nós não teremos passado do princípio, em que era o verbo. Sendo assim, não haverá mudança de vida.
Se o verbo não se transformar em carne é apenas palavra.

Texto da pregação (2º parte): Daniel 3

Este capítulo fala a respeito de uma imagem construída por Nabucodonosor, que se subentende ser sua própria imagem, com o intuito de ser adorada.
Muitas vezes levantamos essas imagens de adoração em nossas vidas. Isso é fruto do Jardim do Édem, da queda, quando o homem tinha o desejo de ser como Deus, não só a respeito dos seus poderes, do seu reinado, mas também em relação à adoração que Ele recebia.
Assim como fez Nabucodonosor ao erigir essa imagem, nós também agimos assim. Levantamos imagens em nossas vidas para serem adoradas. Muitas vezes tudo o que fazemos é em prol da construção dessa imagem.
Baixamos um decreto para que todos a adorem, aquele que não adorar essa imagem que levantamos, passará a ter problemas com ela e não irá mais se relacionar.
Erguemos essas imagens em todas as áreas das nossas vidas: em nosso casamento, no nosso trabalho e etc. Sentimos a necessidade de sermos elogiados pelo outro, mas a bíblia nos diz que o ouro é provado pelo fogo e o homem pelos elogios que recebe.
Alguns querem ter títulos, empregos bons, prosperidade financeira, não para o seu sustento, mas sim para serem adorados. E isso alimenta e contamina a alma.
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, nos ensinam como podemos desconstruir essa imagem que levantamos:
Primeiro: eles nos mostram que não podemos nos dobrar a essas imagens e argumentam que devemos ter como propósito, como firme fundamento, adorar somente a Deus e confiar Nele, independente das circunstâncias.
Segundo: sofrer as conseqüências da fornalha. Pois eles foram lançados na fornalha porque não aceitaram adorar a imagem. A partir do momento em que tomarmos essa posição, de não adorarmos a imagem que levantamos em nossas vidas, temos que estar dispostos a suportar o fogo da fornalha. Isso significa passar pelas lutas e dificuldades confiando na fidelidade do Senhor.
Terceiro: Não mais recorrer a nenhuma exterioridade, a nenhuma titularidade e, sim ao Senhor, que somente Ele seja nossa graça e nosso sustento, nosso escape, nossa fortaleza em tudo e não a nossa própria sabedoria ou nossas posses. Que Ele seja o centro de nossas vidas.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Culto - 16/02/2014


Em Mateus 18:20 diz: “Onde estiverem 2 ou 3 reunidos no nome do Senhor, Ele se faz presente
Em Mateus 28:20 Jesus disse: “Estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos
Deus se faz presente em nosso meio. Sabendo disso o que essa declaração significa para você? Será que a minha relação com Deus consiste em ver e senti-lo, para crer na declaração de Mateus? O fato de não vê-lo e não senti-lo, se isso atrapalha minha fé, então é porque caminho por vista e não por fé. A fé diz que não é preciso sentir, não é preciso ver para saber que Cristo se faz presente. É preciso crer. Se tivesse uma pessoa famosa aqui como reagiríamos? Estaríamos distraídos, alheios? Como estaríamos? Mexendo no celular? Então, se a Bíblia diz que em nosso meio está o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, como podemos estar distraídos?
Atos nos mostra um modelo de igreja que deveria ser seguido. Uma igreja que caminhava como um só coração e alma. Quando reuniam para orar e louvar a Deus eram como um. Hoje estamos fragmentados, divididos em vários pensamentos. Não estamos como um só coração e alma. Por isso hoje já não vemos o agir de Deus. Em atos a igreja louvava a Deus pelos milagres, não que estivessem surpresas, mas por saber que Deus realizava, eles criam mesmo antes de ver e adoravam a Deus. Diferente de hoje, que nos contorcemos, fazemos tanto esforço, para que haja milagre, para que consigamos sentir a presença de Deus e então poder adorá-lo.
Podemos tomar como exemplo o período de louvor na igreja, e em vez de adorarmos juntos, ficamos despercebidos, com pensamentos alheios e mexendo no celular. Então por que ir à igreja? Para que sair de casa então? Devemos nos derramar na presença do Senhor em adoração, nos rendendo a Ele. Não podemos brincar de ir à igreja.
As mulheres iam ao túmulo de Jesus, discutindo pelo caminho para saber como tirariam a pedra. Chegando lá a pedra já havia sido removida. Ou seja, antes mesmo de abrir a boca, Deus já age por nós. Vamos dizer: Senhor, eu nem pedi e o Senhor fez! Seja igreja meu irmão! Corpo vivo de Cristo! Consciente de que quando nos reunimos para adorar o Senhor se faz presente.

Texto da pregação: (1º parte: Salmos: 42)

Muitas vezes lemos esse salmo como uma oração comum. Não precisamos saber o que o salmista passava para entender sua dor, sua angústia e necessidade.
Tem um provérbio que diz: Aquele que se domina, vale mais que um homem que conquista uma cidade.
Em Mateus 12:34 a bíblia diz: “A boca fala do que o coração está cheio.” Vemos então a necessidade e importância de dominar nosso coração e nossas emoções.
Muitas vezes só nos damos conta das lutas que temos enfrentado externamente, e não damos importância nas lutas internas, e são essas que estão me derrotando. Não adianta eu conquistar uma cidade, se não venço meu ser. O salmista passa por uma guerra interna e externa. Alguém o pergunta: “Onde está o teu Deus?” É duro ouvir essa pergunta, sabendo que confio no Senhor, sirvo ao Senhor e ainda me perguntam, onde está? Onde está o teu Deus que diz que faz e livra? O salmista por sua vez responde com outra pergunta: “Porque estás abatida o minh’alma? Espera em Deus, pois ainda Ele te livrará!
Mais vale um homem que consegue passar a luta com fé, do que vencer debatendo. Às vezes há perdas que são ganhos, muitas vezes lucramos abrindo mão da luta externa para vencer a luta do espírito.
Espera em Deus que você verá o que Ele fará! E você voltará a louvá-lo. É um culto racional, consciente. Está tudo errado, mas está tudo certo. Nada está no lugar, mas já está tudo arrumado. Louvar confiando, adorar a Deus consciente de que Ele está agindo. Não precisa dar tudo certo, estar tudo bem para louvar a Deus, não é preciso uma multidão para saber que Deus se faz presente, que Ele está agindo. Deus está presente em você, você é morada dEle, Ele vive em você.
Perguntaram certa vez a um homem: “Você crê em Deus?” E o homem respondeu: “Eu o conheço.
A maior vitória que podemos alcançar acontece dentro de nós. Podemos ter as maiores vitórias externas, mas se não mantenho cativo meus sentimentos em Cristo, sou um derrotado.
Em Filipenses 3:13 o apóstolo Paulo disse: “Esquecendo das coisas que para trás ficam, avançando para as que estão adiante.
Em II Timóteo 4:7 diz: “Combati o bom combate, terminei a carreira e guardei a fé.
Todos os dias devo ter uma luta ferrenha com minha alma, ter um combate  chamando-a para Deus, para adorar a Deus.

Texto da pregação: (2º parte: Josué: 20)

Pensando na igreja como corpo de Cristo, o Espírito Santo trouxe a relação da igreja como cidade refúgio.
Deus deu uma ordem a Moises, que fizesse cidades refúgio para abrigar pessoas que mataram involuntariamente, para que essas pessoas não fossem mortas. Pois assim como o sangue de Abel clamava por justiça, cada vez que ocorria um assassinato, deveria ser feito justiça, um parente do morto deveria vingar a morte.
Deus então prepara a cidade refúgio para escape do assassino, para que o vingador não o encontre. Assim, nessa cidade havia um sumo sacerdote que acolhia o assassino, e lhe dava abrigo, descanso, paz e livramento. Assim deve ser a igreja, lugar de paz, lugar de se fortalecer mutuamente. Mas estamos tão ocupados com nossas lutas que não temos tempo para o outro. A igreja deve ser local onde encontramos refúgio. Cristo se tornou nossa cidade de refúgio. Após a morte do sumo sacerdote o assassino deveria ser acusado e sentenciado, mas Cristo como nosso Sumo sacerdote, nós temos uma cidade de refúgio eterna.
Aqui na terra temos a igreja como cidade refúgio temporária, palpável, um local de livramento e fortalecimento. Mas um dia estaremos com Cristo, nosso sumo sacerdote, refúgio eterno.
Há muitas discussões sobre quem matou Jesus. Mas sabemos que fui eu e você que o matou. Por essa razão somos assassinos de Cristo, e precisamos de uma cidade refúgio para me livrar da vingança. Em Cristo como sumo sacerdote encontramos essa cidade, e Ele nunca morrerá, nEle encontramos paz, segurança, força e nEle estou firmado.
Se o homem saísse da cidade refúgio, nem mesmo o sumo sacerdote poderia impedir que o vingador o matasse. Se nós deixarmos a Cristo, nossa cidade refúgio, o mundo nos matará. Matará nossa fé em Cristo. Que permaneçamos firmes na cidade refúgio em Cristo.
Em Salmo 91 diz: “Aquele que habita no esconderijo do altíssimo, a sombra do onipotente descansará.
Jesus é nosso esconderijo, paz, confiança, certeza de não retornarmos para velha vida. Estamos crucificados com Cristo, já não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim.
Agradeça ao Senhor. Engrandeça a Ele por ser cidade refúgio, pois sem saber nós o crucificamos, mas Ele nos garantiu refúgio.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Culto - 09/02/2014



Texto da pregação (1º parte: Hebreus 3:12,13)

O livro de Hebreus mostra a superioridade de Jesus. Nós precisamos aprender que o Evangelho não consiste em discurso, em pregação, em palavras persuasivas e em sabedoria humana. Nós anunciamos o evangelho através da nossa vida, com o que temos feito e com a nossa caminhada diária com Cristo.
Há um livro que se chama “Em seus passos, o que faria Jesus?”. E você pode se fazer essa mesma pergunta. Se Jesus estivesse em seu lugar hoje, vivendo sua vida, o que seria diferente? Como Ele agiria frente às situações que você tem enfrentado?
Se existe uma resposta para essa pergunta, há algo de errado em nossa vida. Porque o Evangelho nos convida a vivermos a vida de Cristo, a termos a mente de Cristo, a sermos ensinados por Ele, a viver como Ele. E realmente, devemos achar alguma resposta, porque algo tem que ser diferente.
O capítulo 3 de Hebreus fala da superioridade de Cristo sobre Moisés, no versículo 12 diz: “Tende cuidado, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo”. Isso porque, como nos ensina a palavra de Deus, sem fé é impossível agradar a Deus, importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
Sendo assim não há como se aproximar de Deus sem fé. Não que Ele vá se afastar de nós, mas nós mesmos não nos achegaremos a Ele a partir do momento em que não houver mais fé em nossos corações a respeito Dele, a respeito de quem Ele é. Temos que entender que o Reino de Deus não pode ser reduzido a bens: casa, carro, emprego e etc. Porque a bíblia diz que o Reino de Deus não é comida nem bebida e, sim, justiça, paz e alegria. Não podemos correr atrás de Jesus para adquirir essas coisas.
O poder de Deus não é limitado pela nossa oferta, pela nossa fé, pelo nosso nível de relacionamento com Ele e pela minha santidade. O Seu poder é ilimitado. Nós que o limitamos quando não buscamos ter comunhão com Ele. Mateus 22:29 diz: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”.
É nossa responsabilidade não deixar que o nosso irmão adquira um perverso coração de incredulidade. O amor de quase todos se esfriará, não o de todos, mas o amor remanescente é capaz de manter a chama acesa, podendo nos manter amando independente das circunstâncias.
Amar é uma decisão, perdoar é uma decisão. A partir do momento que tomamos essa decisão, a força não será nossa, será do Espírito Santo que habita em nós.
O homem é perverso e por causa disso o Senhor não deixou o Espírito Santo à nossa disposição para nos ajudar. Fez com que Ele habitasse em nós. Pois, caso contrário, nós nos auto-sabotaríamos e nos destruiríamos.
Os relacionamentos têm se esfriado. As pessoas têm se afastado umas das outras a cada dia mais. E para ser cristão é necessário se relacionar e não se isolar. É necessário se importar com os outros além de nós mesmos. Orar uns pelos outros, por aqueles que nos perseguem e nos chateiam. Como diz em Hebreus devemos exortar uns aos outros todos os dias para que as pessoas não tenham seu coração endurecido pelo engano do pecado. A quem temos exortado?
Da mesma maneira que a vida de Jesus fala muito mais alto que seus discursos, assim deve ser com a nossa vida.

Texto da pregação (2º parte: Mateus 28:11-18)

Neste capítulo, no versículo 18 diz que todo o poder do céu e da terra foi dado ao Senhor.
Entendendo que todo poder foi dado a Jesus, passamos a entender a natureza do problema que temos vivido e percebemos que o problema não é um problema. Que é algo comum a todo ser humano. E que isso não está ligado a andar ou não andar com Deus. 
As pessoas costumam dizer que quando alguém está passando por algum problema, deve haver uma coisa errada em relação a Deus. Algo deve estar errado na vida dela. Da mesma forma como aconteceu com Jó, quando estava passando por toda a tribulação os seus amigos o questionavam se ele estava fazendo algo de errado.
A graça de Deus não pode nos desnaturalizar e desumanizar. Não pode nos fazer acreditar que somos “crentes super-homens”.
A questão é a nossa postura em relação ao problema.
Nada pode ter o poder de sequestrar a nossa alma e de nos tornar cativos. Não podemos permitir que os nossos problemas nos tornem pessoas amargas, porque todos possuem tribulações. Jesus nos disse: “No mundo tereis aflição, mas tende bom ânimo, pois eu venci o mundo”.
No tempo que se chama Hoje, aprecie o que Deus já fez por você e tudo o que Ele tem feito. Não permita que o problema te afaste do amor do Senhor.
Em Romanos 8:37-39 diz: “Em todas as coisas somos mais do que vencedores por aquele que nos amou”. Não é pela nossa capacidade e pelo nosso conhecimento, mas pelo Senhor.
Somos mais do que vencedores independente das circunstâncias, independente das dificuldades, por causa de Deus.
Em Romanos 8:38-39 diz: “Porque estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus...”. Isso significa que NADA é capaz de nos separar do amor de Deus.
O poder de Deus que foi dado a Jesus está à nossa disposição e é capaz de nos manter íntegros.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Culto - 02/02/2014



Os dias são maus, temos vivido dias onde a maldade humana supera a cada dia. Não apenas em nossa cidade, mas em toda a terra. A graça de Deus jamais irá nos desnaturalizar. Nós continuaremos sendo nós, não precisamos ser robôs, o que temos que ser é santo, pois Deus é santo, e se não nos santificarmos jamais veremos ao Senhor. Por isso Deus disciplina a quem ama.

Culto dia 02/02/2014
Texto da pregação (1º parte): Romanos 1

O texto chama nossa atenção para uma pessoa que deixou Deus. Que está sendo guiada pelo seu próprio sentimento e pensamento. Aqui temos um retrato de uma pessoa que vive longe de Deus. Viver uma vida diferente é ter a vida de Deus, viver como Jesus viveu.
Quando Deus foi criar o homem, Ele disse: Façamos o homem a nossa imagem e semelhança. Ele nos fez e nos criou a sua imagem e semelhança, mas nós perdemos com o pecado. Cristo Jesus veio para nos fazer novamente, restaurar o que foi perdido, resgatar nossa imagem e semelhança em Deus.
Nós nos envergonhamos do evangelho. Preferimos citar livro de Platão, pensadores famosos, a citar a palavra de Deus, e quando há uma citação, vem como conversa informal, e a citamos como um ditado, e NÃO falamos: “A PALAVRA DE DEUS DIZ ASSIM...”. Essa atitude mostra que nos envergonhamos e assim não cremos que a palavra de Deus é poder para todo o que crê.
Assim as pessoas não verão Cristo em nós, apenas dirão que somos sábios, e temos belas palavras. A palavra de Deus diz em Mateus 10:32-33:Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.”
Ou eu nego ou o confesso, muitas vezes o negamos com nossa atitude e com nossa vida. Se a verdade está sendo detida é porque o pecado e a injustiça já entraram no coração. Olhem para uma criança, vejam a pureza dela. Olhem para as coisas criadas, a natureza, o sol, a lua, as estrelas e os animais, tudo possui uma ordem perfeita. Ele por si mesmo se manifesta a nós por meio da criação, que não é uma obra do acaso.
Existe um exemplo onde fala a respeito da criação, para demonstrar de uma forma simples que a criação do mundo não foi um acaso.
“Havia um mestre e um aprendiz. O mestre acreditava na existência de um Deus criador e ensinava ao aprendiz que não acreditava. Passado algum tempo o mestre resolveu criar uma maquete do universo. O aprendiz chega para ver o mestre e se depara com aquela incrível maquete, ele admira os detalhes e pergunta quem a fez, o mestre diz que ninguém a fez, ela simplesmente surgiu, o aprendiz incrédulo diz que isso não é possível, pois algo tão belo não surge apenas. O mestre então diz, como pode você acreditar que algo tão simples tenha que ter um criador e não acreditar que o universo e nós fomos feitos, criados por Deus.”
Assim Deus se revela a nós, e fala conosco através de uma música cantada, de uma lágrima derramada, de uma pessoa e de uma criança. Deus fala, basta que estejamos com os ouvidos atentos a sua voz.
Muitos acreditam que no versículo 23 fala a respeito dos ídolos e imagens de esculturas feitas por homens, mas todas as vezes que depositamos nossa confiança no homem, toda vez que acreditamos que o homem resolverá nosso problema, isso é idolatria.
Atenção: Esse ano é ano de eleição, e não devemos depositar nossa confiança nos homens, nossa confiança deve estar em Deus. Ore e peça ao Senhor que o ajude a confiar nEle, peça sua direção em quem votar.
Por não confiarem em Deus, Deus os entregou a deriva de seus próprios sentimentos e vontades. Você ainda não se deu conta do quanto é capaz de fazer algo contra você mesmo. Deus não precisa nos punir por algo errado que tenhamos feito, basta Ele nos deixar a deriva, deixar nós fazermos nossas próprias escolhas que estaremos destinados ao fim. Por isso Paulo declara que não se envergonha e crê no evangelho, ele sabia o quanto Deus é poderoso para transformar.
O primeiro escape que recebemos do Senhor é nos livrar de nós mesmos, pois temos um talento imenso à autodestruição. Por isso Deus os entregou a imundícia do próprio coração, por não confiarem nEle, Deus os abandonou, os entregou. Isso causa arrepio, pois no dia que Deus nos deixar a mercê da nossa própria vontade, a destruição virá em nossa vida e nas pessoas ao nosso redor. (vers. 26-31) É nisso que me torno quando sou senhor da minha vida, quando quero tomar minhas decisões sem consultar ao Senhor. A aparência pode até ser a melhor, a melhor roupa, casa, carro, o melhor relacionamento, mas por dentro estará como relatado em Romanos.


Palavra do Fernando
Texto da palavra: Atos 1

Da mesma forma que os apóstolos ficaram perdidos com a ausência de Jesus, nós muitas vezes também ficamos. Alguns aguardam a realização da promessa, outros nem crêem que tem promessas.
No texto temos uma promessa, batismo com o Espírito Santo. Os discípulos perguntam quando deverá acontecer, Jesus diz que não devemos saber o tempo e época, mas esperar e confiar que receberemos.
Assim como os discípulos ficaram preocupados, nós também nos preocupamos, ficamos ansiosos, somos a geração do whats up, com a velocidade da resposta.
Esperar com ansiedade é desesperar. Devemos estar firmes, Jesus (homem) não sabia quando viria o tempo, quando tais coisas deveriam acontecer. Marcos 13:32 “Mas daquele dia ou daquela hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão só o Pai.”
Nós devemos aprender a esperar o tempo de Deus. Esperar não é parar, mas sim estar em oração, não significa ficar o dia inteiro ajoelhado, mas sim meditar e colocar nossa vida como uma oração. A palavra do Senhor diz que todos perseveraram unânimes.
José e Matias não foram escolhidos ao acaso. Os discípulos sabiam que deveriam recorrer a Deus, assim devemos sempre recorrer ao Senhor, pedir que nos indique, nos mostre o melhor caminho a ser seguido.
O que temos que fazer é colocar nas mãos do senhor e aguardar, pois nossa vida está nas mãos dEle, assim como barro nas mãos do oleiro.
Temos que aprender a esperar!

Texto da pregação (2º parte): II Corintios 5:14-21

“Pois o amor de cristo nos constrange...”
Algo proposto quando iniciamos o MOP, é que ninguém seria constrangido a nada. Somente aquele que fosse impelido pelo Espírito Santo, viesse e realizasse.
Muitos hoje já não são impelidos pelo Espírito Santo para crescer, são adeptos a movimentos, a aglomerações, e deixam o Espírito Santo fora do controle. Muitos usam a aparência, as exterioridades. A bíblia nos ensina a sermos parecidos com Cristo, a começar a obra interiormente.
Por essa razão é o propósito do MOP viver na dispensação do Espírito Santo.
Viver o ministério de reconciliação, construir pontes de amor, perdão e misericórdia. Isso é como uma engenharia. A boa obra iniciada em Cristo, através do projeto iniciado por Deus para reconciliação. Devemos tornar reto o caminho para levar outros a cristo.
Somos como a voz que clama no deserto, criadores de pontes de reconciliação com Deus, pontes de amor, graça e misericórdia. Somos as pontes que levarão as pessoas a Cristo.
Um dia posso estar feliz, no outro triste...
Um dia estou tranquilo e confiante, no outro estressado e ansioso...
Um dia me sinto realizado, no outro um fracasso... e nesse processo vamos nos perdendo, nos desfazendo.
O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a própria alma? Não há nada de errado em ganhar o mundo, o que não pode acontecer é perder a relação com Deus no processo, a comunhão com Deus e com o outro.
O ministério da reconciliação é contra perder a própria alma para ganhar o mundo, perder a comunhão com o Pai por causa da multidão. O andar com Deus não nos desnaturaliza. Nós temos um caráter e o adaptamos com o querer, santidade e comunhão com Deus todos os dias.
O fato de termos títulos não mensura nossa vida em nada, o que deve pesar é nossa vida com Deus.
Ministério de reconciliação é reconciliar as pessoas com Deus e consigo mesmas. Deus estava em Cristo reconciliando este mundo, perdoando e amando este mundo. Jesus construiu pontes de perdão.
Com a mulher adúltera, enquanto todos a acusavam, Jesus construiu a ponte do perdão e do amor, da reconciliação.
Com Nicodemos Jesus construiu a ponte do nascer de novo, ser nova criatura.
Com a mulher na casa de Simão, enquanto ele lavava os pés de Jesus com as próprias lágrimas, ou derramava o perfume em seus pés, Jesus construiu a ponte de uma vida de reconciliação sem contrato. Alguns estudiosos dizem que ela era prostituta, então todos que iam até ela tinham interesse em seu corpo, mas Jesus construiu a ponte da reconciliação sem contrato, sem interesse.
Quem muito perdoa muito ama. Não viva mais para si mesmo. Viva por Cristo e para Cristo.
Pois se alguém está em Cristo nova criatura é. Deus nos deu o ministério da reconciliação, que é obra de engenharia, construir pontes na vida das pessoas, pontes de amor, graça, perdão e compaixão de Deus na vida das pessoas.
Se eu fui amado eu posso amar. Se fui perdoado posso perdoar.